quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

PROGRAMA VIVA A VIDA

 
Governo de Minas investe mais de 119 milhões no Programa Viva Vida em 2012

Em 2012, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) investiu R$ 119,4 milhões – R$ 60 milhões em projetos e R$ 59,4 milhões em processos – no Programa Viva Vida. Criado em 2003, o programa tem o objetivo de reduzir a mortalidade infantil e materna, além de prezar por um desenvolvimento saudável da mulher e da criança.
“Investimos em maternidades, Unidades de Terapia Intensiva neonatal e leitos de retaguarda. A saúde da mãe e do bebê é prioridade do Governo de Minas”, ressalta o subsecretário de Políticas e Ações em Saúde, Maurício Botelho.
Atualmente, o Estado dispõe de 28 Centros Viva Vida de Referência Secundária (CVVRs). Destes, três deles foram inaugurados em 2012 em Patos de Minas, Ribeirão das Neves e Muriaé. Ao todo, os centros assistem 7,5 milhões de mineiros em 480 municípios.
Mães de Minas
Em 2012, o Viva Vida consolidou o Mães de Minas, que alcançou 98% de adesão. Por meio do telefone 155, o programa cadastrou, somente no ano passado, 38.658 mil gestantes e bebês em 712 municípios mineiros.
Somados aos números de 2011, o programa contabiliza 39.191 mil cadastros de gestante e bebês em 755 cidades.  No Estado, a taxa de mortalidade infantil atual é de 12,53% para cada mil nascidos vivos, a menor da história.
“Nosso objetivo só será alcançado com a promoção integral da saúde das mulheres em idade reprodutiva. A presença de pessoal qualificado na hora do parto também é o reflexo do desenvolvimento de sistemas integrados de saúde pública”, enfatiza o subsecretário.
UTI neonatal
No ano passado, a SES-MG investiu R$ 23 milhões para a construção, reforma e ou equipagem de 155 leitos de UTI neonatal e pediátrico em todo o Estado. Os recursos já estão sendo repassados e as novas unidades ficam prontas em 2013.
Os municípios de Brasília de Minas, Timóteo, Curvelo, Itabira, Taiobeiras, Manhuaçu, Pirapora, Araxá, Contagem, Pouso Alegre, São Lourenço, Poços de Caldas e Formiga vão receber 10 leitos cada. Teófilo Otoni receberá dois e Viçosa mais 13 unidades.
“Com esse novo quantitativo, vamos reduzir a questão dos vazios assistenciais e prestar uma melhor assistência para o recém-nascido de risco que precisa de tratamento intensivo. Espera-se também que haja diminuição na taxa de mortalidade infantil em Minas”, destaca a coordenadora estadual de Terapia Intensiva, Shellen Pereira. Com as unidades prontas, o Estado terá um superávit de 136 leitos neonatais.
Casa de apoio à gestante
A Casa de Apoio à Gestante e a Puérpera também deram um salto significativo em 2012. Das 14 casas que tem por finalidade abrigar e oferecer hospedagem, alimentação a atendimento especializado à gestante de alto risco, seis foram inauguradas este ano.
A mais recente casa, inaugurada em novembro de 2012, fica em Teófilo Otoni, no Hospital Santa Rosália, e contempla a região composta por 63 municípios e uma população estimada em 811.856 mil habitantes.
Também há casas em Barbacena, Belo Horizonte, Juiz de Fora, Patos de Minas, Varginha, Montes Claros, Itabira, Passos, Ponte Nova, São Lourenço, São Sebastião do Paraíso.
Combate ao câncer de mama
Em 2012, a SES-MG também reformulou a faixa etária de recomendação para a realização de mamografias, uma vez que estudos apontam que o diagnóstico precoce aumenta as chances de cura em até 90%.
O Programa Estadual de Controle do Câncer de Mama agora tem como público-alvo as mulheres de 45 a 69 anos, incentivando-as a fazer o exame de dois em dois anos. Trata-se de mais um avanço, pois no Brasil a faixa prioritária são mulheres de 50 a 69 anos.
Atualmente, 29% das mulheres que recebem um diagnóstico de câncer já se encontram em estágio avançado da doença. O objetivo do programa é evitar que isso ocorra.
A população de mulheres mineiras com idade 45 a 69 anos chega a 2,39 milhões. Destas, 1,75 milhão são dependentes do Sistema Único de Saúde (SUS). A meta é realizar o rastreamento monográfico em três quartos da população de risco, cerca de 1.797.984 mulheres, no prazo máximo de três anos.
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